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O Alex já escreveu o Tour Diary sua última Turne no Brasil. Para ver o TD em inglês, Clique Aqui
A tradução da primeira parte do TD você pode ler abaixo:
Outra louca turnê pelo Brasil! Essa foi ainda pior porque foi organizada BEM na última hora. Na verdade eu ia ao Brasil para fazer reuniões e trabalhar no dueto, mas eu percebi que já que eu estaria lá, poderia fazer alguns shows para todos vocês!! Então os shows foram agendados dias antes de eu sair. Eu sair não foi fácil já que tirar um visto para trabalhar no Brasil demora 4 semanas e nós tínhamos apenas 4 dias. Então a viagem foi cancelada duas vezes e tudo foi rearrumado várias vezes....e quando finalmente eu conseguir chegar ai eu senti a consequência disso! Foi loucura...
Arms e eu fomos ao Brasil por Chicago na manhã do dia 11 de dezembro. Nos tivemos muito tempo entre a conexão em Chicago e ai embarcamos no nosso voo de 10 horas para o aeroporto de São Paulo. O fuso horário estava 6 horas a frente de Los Angeles. Nós fomos recepcionados por fãs e pelo street team….obrigado por esperarem para nós ver! Eu sempre sou bem recebido quando chego ao Brasil e fico muito feliz. Embora eu estivesse sonolento e perdido, sentado espremido entre duas pessoas á 35,000 pés de altura em uma voo de 15 horas…então eu não estava muito "pronto para tirar fotos"…lol, mas quem se importa.
Não havia tempo para ia ao hotel para descansar ou algo assim, já que nosso primeiro show sera hoje a noite e seria em uma cidade longe chamada Porto Seguro. Na verdade a gente ficou andando pelo aeroporto de São Paulo até o próximo voo para Porto Seguro. Claro que eles mudaram o portão de embarque umas 3 vezes e o voo atrasou..mas é assim que são as viagem no Brasil! Tivemos que pegar nossa bagagem e fazer o check in novamente...e claro o mais importante não veio de Chicago..meu violão. Droga. Eu eu disse e minha nova equipe brasileira que estava viajando conosco para conseguir um violão para mim para o show de hoje a noite e para os outros shows já que não tinha idéia de quando e como eu conseguiria meu violão de volta. Pobre violão...triste e solitário em algum aeroporto...as pessoas provavelmente estavam mexendo e abusando dele.
Finalmente pegamos nosso voo para Porto Seguro e voamos por 2 horas. Minha cabeça estava girando nesse a essa altura já que havia viajado por mais de 24 horas direto. Nos chegamos em Por Seguro e fomos para o hotel para uma hora de “relaxamento”. O hotel era todo feito de madeira com redes na varanda de cada quarto...era visualmente bonito e aconchegante mas cheirava mal e nada no quarto funcionava incluindo a agua quente. Antes de eu saber disso, já era hora de de ir para o local do show. Agora é que começa a ficar interessante...me falaram que nos tínhamos que trazer a nossa bagagem para baixo já que não ficaríamos nesse hotel hoje a noite. Huh? Nós ficamos aqui por uma hora! Sim, na verdade a gente iria voar a noite toda para a próxima cidade. A única maneira de chegar na próxima cidade a tempo do show seria pegando 3 voos diferentes durante noite e dia de amanha..mais 12 horas de viagem. QUEEEEE!? Então eu já tinha viajado por 24 horas, mas agora eu deveria fazer um show e depois voltar ao aeroporto as 3 da manha e viajar mais 12 horas para a próxima cidade e fazer outro show amanha a noite!? Aiaiaiai.
Então levamos nossa bagem para o carro (imagine que não havia elevador nesse hotel e estávamos no ultimo andar…haha) e fomos para “o lugar do show”. Já que essa turne foi organizada de maneira tão louca no ultimo minuto, eu não tinha idéia de onde seriam esses shows, como seriam e qual era a nossa programação (obviamente!). Então tudo foi e continuou sendo um mistério. Nos dirigimos por um tempo e acabamos chegando no que aparecia ser uma porto escuro ou lago, literalmente com barcos velhos. Nós íamos pegar um barco? Eu acho que sim! O que aconteceu é que o show esta em um lugar ao ar livre em alguma ilha. Então fomos eu, o Arms, nossos seguranças, a equipe e nossa bagagem nesse barco bizarro e velejamos pela noite. Estava muito, muito escuro e difícil de ver o que estava acontecendo ou pra onde estávamos indo, mas uns 5 minutos depois nós saímos do barco. Todo mundo desembarcou e e nos rolamos nossa bagagem e equipamento pelas trilhas sujas por uns 10 minutos de caminhada... a minha esquerda e a minha direita havia tanques cheios de tubarões e raias...então tinha um bar...umas barraquinhas vendo coisas estranhas....que $%^*& era esse lugar? Finalmente chegamos a claridade e nós víamos em um palco enorme. Na verdade era até bonito. Mesmo eu estava feliz de não ter mais que andar, ter fica um minuto parado naquele calor louco e umidade eu comecei a sentir as picadas de mosquitos. Sim, mosquitos em todo lugar…. TODO LUGAR. Nos foi mostrado o nosso camarim, atrás do palco que era uma pequeno quarto com teto bem alto, sem ar condicionado e MUITOS mosquitos malditos....oh e lagartos e aranhas. Será que esses mosquitos que nos picaram tinham febre amarela? Malária? Ninguém sabia. Tomara que não! O Arms e eu pedimos por repelente de insetos, mas quando conseguimos, já não precisava mais.
Tínhamos que esperar a passagem de som começar, e me ser entregue uma guitarra (que não fosse ruim), e por pilhas. Uma vez que tudo chegou, fizemos a passagem de som. Estava quente, quente, quente e pegajoso mas o cenário era lindo...lua cheia, ilha estranha, palco grande e lindas luzes. A passagem de som deveria ser fácil quando se tem apenas dois violões e duas vozes...tão fácil que eu nem levei meu próprio técnico de som, pensando que um simples idiota saberia como trabalhar com nossos monitores e com as caixas de som. Mas nãooo, não não não...essa foi a primeira de muitas passagens de som que foram longas, estúpidas e frustantes. O Arms e eu realmente queríamos no matar depois de uma hora e concordamos em não sermos capazes de nos escutar e deixar por isso mesmo. Quero dizer, a probabilidade de que nada que ajustamos durante a passagem de som ser a mesma na hora que entrarmos no palco a 1 da manha ser a mesma era muito, muito pequena.
Depois da passagem de som me disseram que teríamos que andar 10 minutos de volta para o barco,colocar tudo de volta no barco, navegar até a outra margem da onde a gente veio, entrar nos carros novamente e ir a uns restaurante onde a impressa estaria esperando para nos entrevistar. Aaaahhhhh. Eu estava faminto e deveria ter comida, então fomos lá.
Depois de 45 minutos nós fomos parar em uma lugar que parecia ser um portão abandonado ou algo assim. Era uma estrada suja e luzes estranhas coloridas com uma lona branca, atado às árvores de forma bem apertada. Tinha uma casa de cachorro em uma área que também servia como uma passagem para outro portão…Que porra é essa? Arms e eu brincamos que era a entrada para o cérebro do John Malkovich's :) Nós fomos por um pátio com um prédio atrás que e parecia ter alguma vida lá. Nós passamos por uma cara pelado usando nada além de uma saia de leopardo, apenas parado lá. Muito estranho! Abaixo de lá havia na verdade um restaurante com pista de dança e muitas pessoas...um casal de travestis também, dançando por lá. Nós comemos um monte de pequenas porções de tudo que o restaurante tinha. Então eu fiz a entrevista e descobri que era o primeiro artista internacional que foi para Porto Seguro...,yikes! Mas legal. Depois voltamos para o carro, depois voltamos para o barco e depois voltamos para a ilha na hora do show.
A platéia era grande estávamos prontos para ir. Um grande banda brasileira de conga tocou antes de nós, então eu estava um pouco preocupado de entrar no palco com nossos violões, mas foi isso que a gente fez. Claro que o som estava horrível e os microfones falhavam e eu e o Arms não conseguíamos nos ouvir, mas a plateia fez o show ser divertido. Eu adoraria ter autografado para as pessoas após o show mas tínhamos que nos apressar que colocar nossa bagagem e equipamento de volta ao barco, depois no carro e depois ir para o aeroporto para o primeiro de muitos voos.
Quase não conseguimos chegar no nosso voo das 3 da manha eles estavam literalmente o segurando para nós. O resto foi obscuro e nos voamos a noite inteira. Primeiro um voo de 2 horas, que foi interrompido com uma aterrissagem em algum lugar e esperamos dentro do avião. Então as 5 da manha estávamos no aeroporto de outra cidade esperando por 4 horas para o próximo voo. Eu me lembro de dormir em cadeiras e comer algo nojento…meu cérebro estava fritando. Arms já estava ficando doente e não dormíamos a dias. Depois da primeira conexão teve uma voo para outra cidade e depois mais 3 horas de espera . Depois nos entramos em outro avião e voamos por duas horas para outra cidade que na verdade eu acho que era Belo Horizonte. Nós esperamos no aeroporto por horas e aí pegamos mais um último voo para Palmas…Nosso destino final. Nós chegamos as 3 ou 4 horas da tarde, completamente destruídos. Arms foi direto para o hotel dormir um pouco já que ele estava realmente se sentindo mal, mas eu tive que ir direto para um rádio onde conversei e toquei um acústico. Estava tudo muito nebuloso essa altura. Então eu fui para a passagem de som e o Arms nos encontrou lá.
O lugar era como um grande hangar ao ar livre. Esse show foi arrumado no ultimo minuto, então eles não esperavam muita gente. Realmente não havia tantas como na noite anterior. Depois de um longa, estupida e dolorosa passagem de som, nós desistimos e fomos jantar.
O único lugar que estava aberto naquela hora (meia noite) era um estranho lugar tipo o Chucky Cheeses chamado Karnivalle. Tinha um playgroud la dentro e vídeo games e cinema e uma enorme cafeteria misturada com vários tipos de lugares onde serviam comida. Eles nos sentarem em uma mesa no meio desse grande lugar onde ficamos rodeados de crianças. Esse se tornou uma das experiencias mais desagradáveis, quando vc está tentando comer e todas essas pessoas estão tirando fotos de vc e apontando e tentando te conhecer. Normalmente eu teria ficado feliz em encontrar as pessoas e tirar fotos mas e essa altura eu já estava completamente fudido. Nosso seguranças os seguraram até terminamos de comer e eu eu tirei algumas fotos com o dono e suas filhas e depois com outras pessoas e depois com todo mundo. Tínhamos que sair de lá para voltar ao lugar do show e tocar a 1:30 da manha. Nós estávamos indo para o terceiro dia sem dormir, a não ser por uma hora aqui e alí e nos aviões e chão de aeroportos...eu mal tinha sentido uma cama ainda.
O show foi bem divertido e a plateia maravilhosa. Eles cataram junto cada música. É uma experiencia diferente sentar lá e tocar as musicas acusticamente, é mais intimo e eu posso aproveitar mais já que não fico correndo e me matando. Uma hora no show uma cara louco pulou no palco e gritou alguma porcaria em português no microfone do Arms. O Arms disse que achou que ele ia mata-lo...haha. Depois do show lá pelas 2:45 da manha nos ficamos lá por 3 horas autografando todos os Cds vendidos e encontrando com todo mundo. Fãs bem legais nesse show, obrigado :) Nós tínhamos esse maravilho tradutor enquanto estávamos em Palmas chamado Vinnie, ele detonou. E ua banda abriu para nós e detonou tb. Obrigado Vinnie!
Finalmente saímos de lá as 5 da manha e fomos para o hotel. Ieu deitei na minha cama as 6 da manha e adormecia antes de trocar de roupa. Cara, eu me senti bem de dormir em uma cama. Nós tivemos que sair ao meio dia para pegar nosso voo para São Paulo então o sono foi recompensador.
Arms estava se sentindo bem melhor depois de 6 horas de sono pesado. Na verdade ele estava completamente saudável novamente o que era ótimo..eu estava preocupado com isso. Precisou de dois aviões com conexão para chegar de Palmas para São Paulo...não chegamos antes de tarde da noite. E a viagem de carro do aeroporto de São Paulo até o hotel levou duas horas por causa do transito...senti mais essas duas horas no carro do que qualquer outra coisa que eu tenha feito por algum motivo, provavelmente porque eu não tinha comido nada ainda e estava faminto.
Nos comemos em uma churrascaria brasileira do outro lado da rua do hotel enquanto pessoas nos encaravam. Eu mal pude comer e estava com fome e destruído. Ainda bem que essa noite não haveria show e poderíamos dormir bastante. E foi isso que fiz.
Nos próximos dias eu tive várias reuniões e um tempo para fazer compras. Eu comprei uns sapatos ótimos na Diesel. Enquanto eu estava lá eu me lembrei da escada de vidro que eles tem para ir ao segundo andar. Eu tropecei nessa escada há 6 anos atrás quando estava aqui em turnê. Eu até mesmo me lembro de escrever sobre isso no tour diary. Ah sim, memorias de ser um desajeitado.
Nos fomos jantar naquela noite com um empresário bem legal chamado Eddie e seu amigo Fernando, que eu descobri ser o maior nadador olímpico brasileiro. O restaurante que eles nos levou era maravilhoso e não tendo comido muito ainda, especialmente algo BOM, essa refeição deixou uma marca prezeirosa em meu cérebro. E esses cara eram bem divertidos. Na próxima manha cedo, sairíamos para Florianópolis para outro show, então nos despedimos e fomos dormir.
Ah, Florianopolis…esse adorável lugar onde eu fiquei preso no backstage uma vez…Eu devo dizer que estava um pouco preocupado em voltar. Mas eu fiquei feliz em voltar pois pude ver a cidade durante o dia sob uma nova luz e é linda. No segundo voo para chegar lá eu fui acordado com todo mundo olhando e apontando para mim, incluindo as comissárias…todos apontando e falando. Eu estava com fones de ouvido e meio em estado de coma então eu não tinha idéia do que estava acontecendo...Eu fui o ganhador sortudo do avião e o premio era um panetone! Yaaaayyyy….um panetone….yaaayyyy…..voltar a dormir.
Eu sai do aeroporto com o bolo nas mãos (tive que levar comigo, não queria parecer rude) e todos tomamos nosso rumo para sair do aeroporto. Eu ainda não tinha recuperado meu violão e tava preocupado pois era meu favorito, e tem muito valor. E eu não estava me dando bem tocando com o outro violão….não é pq ele era ruim, só não era MEU violão, e precisava muito ser afinado por um profissional. Bem, quando chegamos em Florianópolis, Me falaram que meu violão estava em Sao Paulo e poderíamos pega-lo quando chegarmos lá amanha! Yay!
Então fomos para nosso hotel em Florianópolis, que era bom. Hora de tomar banho e trocar de roupa. E aí era ir para o lugar do show fazer a passagem de som. Esse lugar é de longe o menor lugar em que eu já toquei no Brasil, parecia mais um restaurante do que uma casa de show .Mas era bem lindo e muito bem decorado. E o camarim foi de longe o melhor que tive no Brasil, com boas comidas e bebidas. As pessoas que trabalham lá são muito hospitaleiras. Esse show foi marcado bem em cima da hora e tem chovido por 4 meses direto por essa área, alagando e matando pessoas, então eles não estavam esperando muita gente no show. Loucura. Porque estamos aqui?
A passagem de som foi ok, certamente menos dolorosa do que as ultimas duas. Tínhamos tempo para comer então nosso motorista nos levou a um restaurante mexicano. Eles estavam fechados ms abriram especialmente para nós o que foi legal da parte dele. Infelizmente a comida era uma droga…mas era comida e eu comi.
Quando voltamos para o lugar do show/restaurante para tocar tinha mais ou menos umas 50 pessoas! Isso é que é ser intimo! De longo o menor show que eu fiz no Brasil, e um dos menor por um longo tempo. Mas não importava, nó tocamos como sempre e os 50 fãs que estava lá eram totalmente maravalhos e fizeram o show ser ótimo. Eu encontrei com muito deles no camarim depois para autografas os Cds. Nos voltamos ao hotel lá pelas 4 da manhã...foi difícil dormir sabendo que teríamos que acordar em 3 horas para ao aeroporto.
Nós voamos de volta para São Paulo de manhã cedo. Quando chegamos no aeroporto de São Paulo tínhamos que achar uma determinada pessoa que trabalhava na companhia aérea e que estava com o meu violão. Finalmente o achamos e fomos para lá e para cá…Eu fui levado para uma sala escura, e lá estava o meu doce, doce violão! Yay. Fomos direto do aeroporto para a TV Globo para gravar um programa popular que passa de madrugada chamado “Altas Horas”. Ele está marcado para ir ao ar na primeira semana de Fevereiro. Eu entrei no camarim esperando pela passagem de som. Havia apenas um pequeno sofá então e e o Arms dormimos um pouco. Havia uma cafeteria então pegamos alguma comida mas meu estomago e meu cérebro estavam tão confusos a essa altura depois de 6 horas de diferença de fuso horário, varias horas sem dormir e os horários loucos. Fizemos uma pequena passagem de som no estúdio...como é tipo dos programas no Brasil a plateia era em 360 graus lotada em sua maioria por jovens garotas. No começo eles queriam que a gente tocasse com algum baixista e baterista fingindo tocar com a gente mas eu não estava afim de fazer isso..eu queria apenas tocar acústico com o Arms já que era isso que estávamos e fazendo e uh, seria real. Logo depois da passagem de som a gravação começou. Eles nos tiram do estúdio por um tempo e depois entramos novamente assim que o programa começou. O plano era falar um pouco, tocar uma musica, falar um pouco mais, tocar uma musica, ficar sentado enquanto os outros convidados chegavam, tocar um musica, etc. Nos acabamos tocando 3 musicas acústicas por 1 horas. Não saber falar português é difícil quando vc esta tentando entender o que todo mundo está falando, mas com sorte nossa maravilhosa tradutora, empresario de turnê e extraordinária assistente Michele, que esteve com a gente durante toda a turnê, traduziu cada palavra do que estava sendo dito. Uma especialista em sexo apareceu e respondia perguntas dos garotas da plateia. Foi muito engraçado. Um cara perguntou se tinha algum problema em ter um pênis de 10 cm...lol! O apresentador do programa era realmente legal e nos conversamos um pouco. Havia outra banda tocando outros musicas tb...eu esqueci o nome deles....mas uma musica era tão grudenta e acabou ficando na minha cabeça por dias...e eu fiquei a cantando varias vezes deixando todo mundo louco. A letra era algo tipo "Tchau, we have to go now, we have to go now, Tchau, Tchau". Aaaahhhh!!! Nos fomos para o hotel e fizemos o check in depois da Globo. Essa foi a primeira noite que eu dormir o quanto eu precisei. Eu dormi por 13 horas seguidas.
Eu estava com um bom pressentimento sobre o show de hoje, mesmo tento sido agendado apenas 1 semana antes, havia tido muito divulgação e o lugar do show parecia ser bem legal. A passagem de som foi decente e o equipamento bem bom. Nos não tivemos muito tempo para ir jantar então acabamos voltando ao hotel e pedindo comida no quarto enquanto nos preparávamos para o show.
Quando nós voltamos para a casa de shows , eu vi uma fila imensa lá fora, um bom sinal! O camarim neste local era realmente bom, até tinha aquele lugar do lado de fora com jardim bem grande. E este era um dos primeiros lugares a ter o chá de menta com mel que sempre pedi mas nunca tive.. obrigado! Fãs gritavam por nós através do portão do lado de fora do camarim. Nós mostramos nosso carinho jogando algumas frutas deliciosas.
Uma banda de rock local abriu o nosso show e eu podia ouvi-los através da parede… eles eram muito bons. Antes de entrarem, eles perguntaram ao meu pessoal se eu podia tocar Adriene ao fim do meu show…. eu acho que eles iam tocar depois de nós bem como antes. Eu disse claro que sim, seria divertido!
Arms e eu entramos no palco por volta da uma da manhã. Eu estava estupefato pela quantidade de pessoas que estavam lá! Essa foi de longe a maior platéia de show acústico que lembro ter tocado.O show foi insano, todos cantavam cada palavra, a energia do lugar era mágica, foi realmente maravilhoso …. e eu tive meu violão de volta, o que ficou ainda melhor.
Eu tinha que levantar entre algumas músicas e ia até a beira do palco para encostar no pessoal, era difícil ficar sentado daquele jeito por uma hora, preso atrás do meu violão, sentado em uma cadeira. É a única coisa ruim de shows acústicos que não consigo interagir fisicamente com as pessoas, mas eu me sinto com um contato emocional maior. Eu fiz desse show o melhor.
Depois que terminamos o show e deixei o palco, a banda de rock local voltou. E eu também. Eles tocaram uma ótima versão de Adrienne e eu corri pelo palco com o microfone sem fio, sem violão e eu fiz o que sempre faço.Foi um final perfeito para um show perfeito. Mas nós estávamos longe de terminar por essa noite, mesmo que já fosse 2:30 da manhã.
Milhares e milhares de pessoas compraram o CD, e fiel as minhas palavras como sempre, ficamos lá e autografamos cada um. Levou um bom tempo, mas foi recompensador. Eu vi o pessoal do Street Team, vocês são o máximo, obrigada, obrigada por tudo!Foi realmente bom ver rostos conhecidos e falar com vocês um pouco. Acho que terminamos por volta das 5 da manhã….
Seria legal se pudesse estar em uma cama e dormir a esse ponto, mas para nós foi voltar ao ônibus e voltar as 4 horas de estrada direto a São Paulo. Loucura. Quando chegamos ao nosso hotel em São Paulo eu fui dormir, basicamente pelo resto do dia... tenho certeza que levantei uma vez para comer alguma coisa, ou eu sonhei que tinha feito isso. Tínhamos que acordar muito cedo no dia seguinte para o vôo até a cidade final de show, então eu continuei dormindo.
Créditos de tradução: Brazilian Street Team
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